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24.3.11

LISBOA



Lisboa ao entardecer. Muitos séculos a contemplam. Tem uma longa história para contar. Tem a luz única que lhe brota das pedras, da água do rio. Tem um amanhã ainda por saber. Chamo-lhe minha e nada lhe peço. Como quem ama.

Licínia Quitério

2 comentários:

Maria disse...

Também gosto das pedras lá ao fundo. E do rio. E da luz...
Belo!

Beijo, Licínia.

M. disse...

Engraçado que na semana passada também tirei por lá umas fotografias porque achei interessante o diálogo entre o contemporâneo e o antigo. E aquela luz a tocar as pedras é linda.

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