19.11.14
TRAGÉDIA NO AEROPORTO
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3:34 da tarde
16.11.14
ISTO
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3:31 da tarde
3.11.14
O POETA
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9:10 da manhã
29.10.14
O PINHEIRO
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9:45 da tarde
28.10.14
MORTES ANUNCIADAS
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5:05 da tarde
26.10.14
O RELÓGIO
É uma hora de mais, é uma hora de menos, é o sol que dura muito, é o sol que dura pouco, é o dia que nos sobra, é o dia que nos falta, à roda à roda é que vamos, acima do que não queremos, abaixo do que sonhamos, muitas horas, tantas horas, na roda à roda da vida, no corre corre dos dias, no relógio que parou, no relógio que quebrou, no tempo que nos faltou, no tempo que nos sobrou, no amor que se perdeu, no amor que se encontrou, da criança que cresceu, do homem que envelheceu, na roda a rodar a vida, no minuto da chegada, no minuto da partida.
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12:54 da tarde
25.10.14
REVELAÇÕES
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5:58 da tarde
21.10.14
SÃO ROSAS
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10:18 da manhã
18.10.14
CONHEÇO-A
Conheço-a desde sempre, desde que eu era criança e ela uma jovem mulher, de gargalhadas frequentes e sonoras, loira, pobre, muito pobre, no tempo de muitos pobres, de vários e pesados trabalhos, de alguns filhos, minha vizinha, que o beco dela abria na minha rua. Décadas me levaram para outra terra e ela para outro beco a dar para outra rua.
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9:51 da manhã
8.10.14
LEITURA
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2:40 da tarde
4.10.14
GATOS
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3:30 da tarde
28.9.14
Lisboas
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12:48 da tarde
24.9.14
GOSTO
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10:45 da manhã
9.9.14
UM POUCO MAIS ACIMA
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2:48 da tarde
8.9.14
A VIAGEM DA CAIXINHA
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6:49 da tarde
6.9.14
IMIGRAÇÃO
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10:26 da manhã
18.8.14
QUE SABES?
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10:57 da manhã
15.8.14
ESCREVER
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6:55 da tarde
ESCADA DO TEMPO
Escada do tempo. Esteve sempre ali e estará. Foi o que pensei. Não a subi, não a desci. Pareceu-me ver um druída, com a sua foice de oiro, que a chuva miúda fazia crescer o gui. Regressei. Os seres da floresta precisavam de silêncio.
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4:04 da tarde
AH A FAMÍLIA!
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3:49 da tarde
IMPRENSA REGIONAL
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3:39 da tarde
5.8.14
A NOVELA QUE NÃO SOU CAPAZ DE ESCREVER
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8:03 da tarde
3.8.14
A RUA
A rua vou-a descendo
O mar ao longe a fitar-me
A serra ao longe a fitar-me
Uns olhos entre a folhagem
Como se fossem verdade
Como se fossem miragem
E a vida vou-a descendo
E a rua minguando
O mar ao perto a fitar-me
A serra ao perto a fitar-me
Umas mãos entre a folhagem
Como se fossem verdade
Como se fossem miragem
No meu deserto de esperas
No meu bornal de viagem
Rua abaixo, vida abaixo,
Que assim se fazem os contos
Que assim se contam as contas
Do meu colar de surpresas
A alternar com tristezas
Que assim se fazem os dias
Rua abaixo, rua acima,
Vida acima, vida abaixo,
Um rosto entre a folhagem
Esse que é meu de verdade
Esse que não é miragem
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9:46 da tarde
EMIGRAÇÃO
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4:58 da tarde
2.8.14
OS MENINOS CRESCEM
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10:26 da tarde
28.7.14
NEUTRO
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1:13 da tarde
A VIDA PASSA
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9:41 da manhã
19.7.14
DANÇAS
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9:21 da tarde
16.7.14
A OUTRA COISA
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5:06 da tarde
10.7.14
A PERGUNTA
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10:32 da manhã
7.7.14
PORTUGAL
Portugal dos que foram, dos que voltaram, dos que por lá ficaram. Portugal belíssimo, das casas abertas uma vez por ano, dos que ainda constroem, dos que ainda cultivam, dos que de novo partem, do temor dos incêndios, dos falares antigos casados com falares alheios. Portugal que um dia se despejou em Hendaye e em Austerlitz, de sagas intermináveis, de brava gente que resistiu ao pior, que diz "a casa feita" como quem diz "o corpo erguido", que ombreia com os melhores de cá e de lá, que está hoje num eido duma aldeia serrana com o mesmo orgulho com que se mede nas capitais do mundo. Percebi que está muito ainda por contar da história da emigração a salto, a medo, na fuga do frio, da fome, na busca de trabalho, de comer, de um mundo para os filhos. País tão lindo, de amor madrasto.
Licínia Quitério
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6:43 da tarde
29.6.14
SERENATA À CHUVA
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4:21 da tarde
21.6.14
O TELEMÓVEL
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2:18 da tarde
18.6.14
A OUVIDORA
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12:15 da tarde
RONALDO
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12:01 da tarde
6.6.14
SERÁ TALVEZ...
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7:12 da tarde
30.5.14
A PALIDEZ
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5:58 da tarde
13.5.14
N S F
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8:23 da tarde
11.5.14
AS AUSTRÍACAS
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8:32 da tarde
10.5.14
CARTAGENA DAS ÍNDIAS
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5:13 da tarde








